Hoje estou passando por aqui pra dividir com vocês dois marcos de momentos mais do que importantes pra mim, uma é a música que minha mãe cantava pra mim quando eu era criança, fora quando ela não colocava pra tocar, música linda, canto até hoje, e outro é o poema que ela escreveu no meu caderno de recados de 15 anos ... Essas duas manifestações sempre me fazem chorar e sorrir ao mesmo tempo, olha que são pequenas perto de tudo o que ela faz por mim. Por ela eu dou a minha vida.
Pequenina
Pequenina do meu amor
vem correndo pros meus braços,
Eu guardo pra você
os mais caros lindos sonhos.
Vai sorrindo ao mundo em redor
Tudo é novo e belo em seus olhos.
Ah! Desconhece o mal,
neste mundo de gente grande...
Pequenina do meu amor
Ser criança é como ser uma gaivota livre
Tudo é feito pra brincar, como é bom viver
Descobrindo seu encanto...
Pequenina do coração
Sabe até contar 1, 2, 3... e mostra os dedinhos.
E me encanta o seu olhar,
Seu olhar de amor...,
Seu sorriso pequenina...!
Seu olhar, confiança e amor,
seu sorriso... pequenina.
Pequenina do meu amor,
a boneca entre os braços,
Seu vestidinho branco e lacinhos nos cabelos.
As estrelas brilham no céu,
Mas não brilham mais que seu olhos.
Ah! Você vai crescer...
Ai que pena... ai que pena...
Pequenina do meu amor
Ser criança é como ser uma gaivota livre
Tudo é feito pra brincar, como é bom viver
Descobrindo seu encanto...
E me encanta o seu olhar,
Seu olhar de amor...,
Seu sorriso pequenina...!
Seu olhar, confiança e amor,
seu sorriso... pequenina.
Poema de 15 anos
As aves do céu convido
As mais lindas flores também
Aos ventos e cachoeiras
Andar do meu grande bem
Lara Carolina é seu nome
A vocês eu apresento
E um hino todo de amor
A ela eu ofereço
Quinze já se foram
Muitos quinze ainda virão
E os seus sonhos realizando
Pra alegria do meu coração.
Izabel
domingo, 11 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
O não saber de nada.
Muitas pessoas insistem em dizer que o tempo cura nossas mágoas, nossas decepções, mas eu acredito que não seja assim, a cura vem do nosso subconsciente que, cansado de sofrer apaga cenas vividas, mas apaga mesmo?
Às vezes eu me pergunto porque o ser humano é tão vulnerável a ponto de se deixar levar por uma situação que sabe que pode machucá-lo, e nessa hora a única coisa que me vem a cabeça é "não estamos aqui aqui a passeio, e isso é necessário para que cresçamos". Mas, sofrer nos fará crescer? Sim, claro, se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela dor.
Mas, o que é a dor? Um sentimento de fracasso? Uma frustração após termos projetado algo em alguém ou em alguma coisa e isso não dar certo?
O que é aquela dor que muitas vezes parece que vai nos destruir? Eu não sei...
Seria por causa do amor?
E... o que é o amor?
Ver tudo lindo? Construir um mundo irreal? Pensar que tudo são flores?
Também não sei, tudo o que até hoje eu pensei que fosse amor, descobri que não era, então... ele existe? Queria senti-lo pra saber qual o seu sabor, seu aroma, seu toque, seu som.
Mas como sentí-lo? Há receitas?
A dor faz parte da paixão ou é a própria?
E o que é a paixão? Ela se resume a apenas aquele desejo que nos toma?
Ainda quero me deixar levar cegamente, de corpo e alma, mesmo que haja dor e eu me torne vulnerável. Quem sabe eu descubra o porque do ser humano ser assim, como apenas ele consegue ser, sente como apenas ele consegue sentir, e se expõe de uma maneira como apenas ele sabe se expor.
Porque não sei se sou anormal, insensível, fria, mas ainda não cheguei nesse tão elevado nível.
Às vezes eu me pergunto porque o ser humano é tão vulnerável a ponto de se deixar levar por uma situação que sabe que pode machucá-lo, e nessa hora a única coisa que me vem a cabeça é "não estamos aqui aqui a passeio, e isso é necessário para que cresçamos". Mas, sofrer nos fará crescer? Sim, claro, se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela dor.
Mas, o que é a dor? Um sentimento de fracasso? Uma frustração após termos projetado algo em alguém ou em alguma coisa e isso não dar certo?
O que é aquela dor que muitas vezes parece que vai nos destruir? Eu não sei...
Seria por causa do amor?
E... o que é o amor?
Ver tudo lindo? Construir um mundo irreal? Pensar que tudo são flores?
Também não sei, tudo o que até hoje eu pensei que fosse amor, descobri que não era, então... ele existe? Queria senti-lo pra saber qual o seu sabor, seu aroma, seu toque, seu som.
Mas como sentí-lo? Há receitas?
A dor faz parte da paixão ou é a própria?
E o que é a paixão? Ela se resume a apenas aquele desejo que nos toma?
Ainda quero me deixar levar cegamente, de corpo e alma, mesmo que haja dor e eu me torne vulnerável. Quem sabe eu descubra o porque do ser humano ser assim, como apenas ele consegue ser, sente como apenas ele consegue sentir, e se expõe de uma maneira como apenas ele sabe se expor.
Porque não sei se sou anormal, insensível, fria, mas ainda não cheguei nesse tão elevado nível.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mulheres
Há muito tempo não apareço por aqui, mas hoje é um dia especial, e mesmo nessa minha fase, precisava dizer alguma coisa sobre nós mulheres, que ao contrário do que muitos pensam não somos o sexo frágil, muito menos o segundo sexo.
Hoje é o dia da Mulher, embora para mim todos os dias possam ser considerados dia da mulher. Somos guerreiras e vencedoras, doces e delicadas, persistentes e sensíveis, entre milhões de qualidades e defeitos.
Todas as mulheres merecem ao menos o mínimo de respeito e admiração, não importa o que fazem, o que são, onde vivem, como vivem, são absolutamente mulheres.
Mães, filhas, tias, amigas, batalhadoras, sonhadoras, sensíveis, amáveis, preocupadas, ocupadas, cheirosas, carinhosas, trabalhadoras, dedicadas, lindas, todas são lindas.
Ser mulher não é fácil, digo por experiência própria, nossas vidas são corridas, nossos dias longos, nossa luta árdua, mas sempre estamos ali, prontas pro que der e vier, baseada em mim, posso dizer isso.
Eu como mulher, quero dizer a todas que as admiro sempre, como diz a música da Alicia Keys, somos super mulheres, precisamos trabalhar, estudar, malhar igual malucas, estarmos sempre bonitas, e ainda passar pela nossa temível TPM.
Deixo aqui pra vcs homens e mulheres um texto de um jornalista. Simplesmente amei o que ele escreveu, e sinceramente, nunca vi alguém expressar tão verdadeiramente o que pensa, sente ou acha sobre nós mulheres.
Parabéns a todas nós.
Lara
As donas do Apito
Confesso que passei muitos anos da minha vida tentando entender as mulheres. E ainda estou tentando aprender um pouco mais sobre esses seres... não tem sido fácil, mas quem disse que seria?
Aprendi, nessa vã tentativa de compreender a alma feminina, que uma mulher não quer apenas ser compreendida: quer ser admirada e respeitada, ainda que nem ela mesma saiba o que pensar, sentir, fazer...
Não, isso não é puxa-saquismo devido a data de hoje. Quem me conhece, sabe o quanto sou encantado por essa divindade chamada mulher. Vou, inclusive, abusar de um clichê tão necessário neste dia: todo dia, de fato, é dia da mulher. Tolo daquele que acha que apenas hoje elas querem ser vistas, notadas, reconhecidas.
É mãe, irmã, amiga, filha, trabalhadora, forte, cruel, devassa, indiferente, doce, fascinante, sensual, instigante, amável, única, complicada, simples, forte e necessitada...
Ao conhecer uma mulher, vi que não podemos nos apegar à primeira impressão: ela sempre dará um jeito de te causar várias outras primeiras impressões. Uma mulher nunca expõe todos seus lados assim, facilmente. Leva-se anos, às vezes, para sabermos de todas as facetas de uma mulher. E mesmo assim, sempre tem uma de reserva.
Sim, toda mulher traz dentro de si outras 5, 6, 7 mulheres... e nem sempre uma vai com a cara da outra. E, certamente, não serão todas que irão com a SUA cara. Aquela que te procura hoje não será a mesma que te ignorará amanhã... tampouco será aquela insaciável que buscará, sedenta, seus braços na outra noite. Muito menos será aquela que usará esses mesmos braços apenas como um consolo para o dia difícil.
Por mais dura, fria e insensível que uma mulher tente aparentar, há sempre uma brecha escondida por detrás de tanta fuga. As que usam desse expediente são aquelas que mais sofreram nas mãos de outros homens, outras mulheres, outros amigos, outros familiares...
Fecharam-se para o mundo, na vã esperança de que isso fosse privá-las de novos sofrimentos. Mas o que querem, realmente, é que alguém não desista nas primeiras tentativas de adentrar tal fortaleza. Elas precisam que esse alguém seja merecedor de conhecer seus segredos, suas mágoas, suas fragilidades.
Aprender a ouvir o silêncio feminino é das tarefas mais árduas e cansativas que um homem pode ter. Nem por isso deixa de ser uma doce e alucinante sensação... especialmente quando o silêncio é quebrado pelo som de seu nome ecoado naquele momento em que ela mais precisa de alguém e você foi o ser clamado!
Por mais passionais que sejam, tudo o que esperam, às vezes, é de um simples "como foi seu dia?" para poder aliviar o peito...
Aprendi que as oscilações fazem parte do cotidiano feminino: ora querem tudo, ora querem nada. Hoje te amam, amanhã te ignoram... pra depois te amarem novamente! Por mais confuso que seja, temos de aceitar que tais nuances ocorrem, por vezes, graças à um cabelo que acordou "do contra".
Sim, uma simples manhã de "bad hair day" pode ser fundamental na maneira como uma mulher irá te tratar. A culpa não é sua: é do cabelo e do tempo gasto na escova\chapinha... ou na procura daquele maldito lacinho pra prender as madeixas!
Entendi quando uma mulher te pergunta algo, na maioria das vezes, ela já sabe a resposta. Pergunta apenas para te testar e saber se ela ainda consegue te prever como imagina prever. Isso faz com que aquelas perguntas retóricas ou perguntas-pegadinhas sejam cada vez mais difíceis de identificar.
Aprendi que toda mulher se questiona ao menor sinal de não estar agradando... Seja na opinião emitida, seja na roupa vestida, seja na música dançada, seja no namoro engatado, seja no batom passado. Bastou um olhar alheio de dúvida sobre a escolha que lá vai ela se questionar se essa foi a melhor opção optada!
Descobri que o respeito à elas se faz não apenas com palavras educadas: se faz com pequenos gestos diários. Mesmo que você não perceba, fazem diferença. Respeitar o silêncio, entender as inconstâncias, aceitar os desaforos, zelar pelo bem-estar, respirar antes de falar, pensar antes de agir, engolir os sapos, digerir as ausências... tudo isso é obrigatório ao manter-se próximo de uma mulher.
Entendi que uma mulher precisa que tenhamos o discernimento necessário para saber quando agirmos como homem, quando agirmos como amigo, quando agirmos como companheiro. E, sim, ela precisara que sejamos os três: que a desejemos visceralmente à noite, que a compreendamos à tarde e que estejamos ao lado pela manhã.
Acredito, ainda, que a premissa do "sexo frágil" tenha sido alardeada por uma mulher. Assim, ela soube nos fazer crer numa falha certeza de sermos "superiores". Nessa soberba supremacia, expomos nosso caráter e nossas mazelas. E quando pensamos estar por cima é que vem uma mulher e te dá uma rasteira certeira. Claro, ela esteve te observando "lá de baixo" e o atacou em seu pior ponto fraco. Quando caídos, passamos a admirá-las mais honestamente... tiramos nossa pseudo-máscara para assumirmos nosso papel de coadjuvante!
E, finalmente, descobri que, por mais que sejamos foda, sempre seremos uma peça em seus jogos. Elas irão brincar com você, pisar em você, trucidar sua mente, dilacerar seu peito, debulhar sua alma... apenas porque elas podem!
O pior de tudo é que sabemos disso... e, ainda assim, entramos em campo! Não para ganhar; mas apenas para participar do jogo.
À você, mulher, obrigado por apitar minha vida...
Felipe Voigt - merecedor do meu muito obrigado.
Hoje é o dia da Mulher, embora para mim todos os dias possam ser considerados dia da mulher. Somos guerreiras e vencedoras, doces e delicadas, persistentes e sensíveis, entre milhões de qualidades e defeitos.
Todas as mulheres merecem ao menos o mínimo de respeito e admiração, não importa o que fazem, o que são, onde vivem, como vivem, são absolutamente mulheres.
Mães, filhas, tias, amigas, batalhadoras, sonhadoras, sensíveis, amáveis, preocupadas, ocupadas, cheirosas, carinhosas, trabalhadoras, dedicadas, lindas, todas são lindas.
Ser mulher não é fácil, digo por experiência própria, nossas vidas são corridas, nossos dias longos, nossa luta árdua, mas sempre estamos ali, prontas pro que der e vier, baseada em mim, posso dizer isso.
Eu como mulher, quero dizer a todas que as admiro sempre, como diz a música da Alicia Keys, somos super mulheres, precisamos trabalhar, estudar, malhar igual malucas, estarmos sempre bonitas, e ainda passar pela nossa temível TPM.
Deixo aqui pra vcs homens e mulheres um texto de um jornalista. Simplesmente amei o que ele escreveu, e sinceramente, nunca vi alguém expressar tão verdadeiramente o que pensa, sente ou acha sobre nós mulheres.
Parabéns a todas nós.
Lara
As donas do Apito
Confesso que passei muitos anos da minha vida tentando entender as mulheres. E ainda estou tentando aprender um pouco mais sobre esses seres... não tem sido fácil, mas quem disse que seria?
Aprendi, nessa vã tentativa de compreender a alma feminina, que uma mulher não quer apenas ser compreendida: quer ser admirada e respeitada, ainda que nem ela mesma saiba o que pensar, sentir, fazer...
Não, isso não é puxa-saquismo devido a data de hoje. Quem me conhece, sabe o quanto sou encantado por essa divindade chamada mulher. Vou, inclusive, abusar de um clichê tão necessário neste dia: todo dia, de fato, é dia da mulher. Tolo daquele que acha que apenas hoje elas querem ser vistas, notadas, reconhecidas.
É mãe, irmã, amiga, filha, trabalhadora, forte, cruel, devassa, indiferente, doce, fascinante, sensual, instigante, amável, única, complicada, simples, forte e necessitada...
Ao conhecer uma mulher, vi que não podemos nos apegar à primeira impressão: ela sempre dará um jeito de te causar várias outras primeiras impressões. Uma mulher nunca expõe todos seus lados assim, facilmente. Leva-se anos, às vezes, para sabermos de todas as facetas de uma mulher. E mesmo assim, sempre tem uma de reserva.
Sim, toda mulher traz dentro de si outras 5, 6, 7 mulheres... e nem sempre uma vai com a cara da outra. E, certamente, não serão todas que irão com a SUA cara. Aquela que te procura hoje não será a mesma que te ignorará amanhã... tampouco será aquela insaciável que buscará, sedenta, seus braços na outra noite. Muito menos será aquela que usará esses mesmos braços apenas como um consolo para o dia difícil.
Por mais dura, fria e insensível que uma mulher tente aparentar, há sempre uma brecha escondida por detrás de tanta fuga. As que usam desse expediente são aquelas que mais sofreram nas mãos de outros homens, outras mulheres, outros amigos, outros familiares...
Fecharam-se para o mundo, na vã esperança de que isso fosse privá-las de novos sofrimentos. Mas o que querem, realmente, é que alguém não desista nas primeiras tentativas de adentrar tal fortaleza. Elas precisam que esse alguém seja merecedor de conhecer seus segredos, suas mágoas, suas fragilidades.
Aprender a ouvir o silêncio feminino é das tarefas mais árduas e cansativas que um homem pode ter. Nem por isso deixa de ser uma doce e alucinante sensação... especialmente quando o silêncio é quebrado pelo som de seu nome ecoado naquele momento em que ela mais precisa de alguém e você foi o ser clamado!
Por mais passionais que sejam, tudo o que esperam, às vezes, é de um simples "como foi seu dia?" para poder aliviar o peito...
Aprendi que as oscilações fazem parte do cotidiano feminino: ora querem tudo, ora querem nada. Hoje te amam, amanhã te ignoram... pra depois te amarem novamente! Por mais confuso que seja, temos de aceitar que tais nuances ocorrem, por vezes, graças à um cabelo que acordou "do contra".
Sim, uma simples manhã de "bad hair day" pode ser fundamental na maneira como uma mulher irá te tratar. A culpa não é sua: é do cabelo e do tempo gasto na escova\chapinha... ou na procura daquele maldito lacinho pra prender as madeixas!
Entendi quando uma mulher te pergunta algo, na maioria das vezes, ela já sabe a resposta. Pergunta apenas para te testar e saber se ela ainda consegue te prever como imagina prever. Isso faz com que aquelas perguntas retóricas ou perguntas-pegadinhas sejam cada vez mais difíceis de identificar.
Aprendi que toda mulher se questiona ao menor sinal de não estar agradando... Seja na opinião emitida, seja na roupa vestida, seja na música dançada, seja no namoro engatado, seja no batom passado. Bastou um olhar alheio de dúvida sobre a escolha que lá vai ela se questionar se essa foi a melhor opção optada!
Descobri que o respeito à elas se faz não apenas com palavras educadas: se faz com pequenos gestos diários. Mesmo que você não perceba, fazem diferença. Respeitar o silêncio, entender as inconstâncias, aceitar os desaforos, zelar pelo bem-estar, respirar antes de falar, pensar antes de agir, engolir os sapos, digerir as ausências... tudo isso é obrigatório ao manter-se próximo de uma mulher.
Entendi que uma mulher precisa que tenhamos o discernimento necessário para saber quando agirmos como homem, quando agirmos como amigo, quando agirmos como companheiro. E, sim, ela precisara que sejamos os três: que a desejemos visceralmente à noite, que a compreendamos à tarde e que estejamos ao lado pela manhã.
Acredito, ainda, que a premissa do "sexo frágil" tenha sido alardeada por uma mulher. Assim, ela soube nos fazer crer numa falha certeza de sermos "superiores". Nessa soberba supremacia, expomos nosso caráter e nossas mazelas. E quando pensamos estar por cima é que vem uma mulher e te dá uma rasteira certeira. Claro, ela esteve te observando "lá de baixo" e o atacou em seu pior ponto fraco. Quando caídos, passamos a admirá-las mais honestamente... tiramos nossa pseudo-máscara para assumirmos nosso papel de coadjuvante!
E, finalmente, descobri que, por mais que sejamos foda, sempre seremos uma peça em seus jogos. Elas irão brincar com você, pisar em você, trucidar sua mente, dilacerar seu peito, debulhar sua alma... apenas porque elas podem!
O pior de tudo é que sabemos disso... e, ainda assim, entramos em campo! Não para ganhar; mas apenas para participar do jogo.
À você, mulher, obrigado por apitar minha vida...
Felipe Voigt - merecedor do meu muito obrigado.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Miss Imperfeita - reflita "muito verdade"
"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante".
PS: tive que deixar esse texto pra outras pessoas lerem, já que independente de qualquer coisa, me identifiquei de forma insistente com ele.
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante".
PS: tive que deixar esse texto pra outras pessoas lerem, já que independente de qualquer coisa, me identifiquei de forma insistente com ele.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Ano novo, novinho, novinho...
2009
Um ano gigante na minha vida, cheio de coisas boas, algumas ruins, algumas mágoas, muitas conquistas, algumas lágrimas, muitos sorrisos, muito trabalho, muito estudo, muita coisa nova, ano fodástico.
Obrigada Deus!!

Que venha 2010 e esse ano...
Quero paz, quero amor, quero sonhos realizados, quero objetivos conquistados, quero saúde para minha família, quero saúde para os meus amigos, quero mais amor, quero sucesso, quero prosperidades, quero simplicidade, quero mais consciência das outras pessoas, quero respeito, quero educação, quero menos entrometimento nas vidas alheias, principalmente na minha, quero carinho, quero sorrisos, quero dinheiro, quero conquistas, quero pessoas sorrindo, quero pessoas felizes, quero aconchego, quero cumplicidade, quero honestidade, quero distância de pessoas maldosas e invejosas, quero menos miséria, quero mais HUMANIDADE, quero trabalho, quero abraços sinceros, quero beijos sinceros, quero surpresas boas, muitas surpresas boas, quero viagens, quero trilhas sonoras na minha vida, quero pensamentos positivos, muitos pensamentos positivos, quero ajudar quem precisa, quero muitas coisas boas, quero aventuras e algumas coisinhas básicas complementando-as, e DISTÂNCIA de dores, sofrimentos, lágrimas e miséria de espírito. QUERO SER FELIZ...
Amém...
FELIZ 2010 pra todos, todos, todos, de coração e até lá.
Um ano gigante na minha vida, cheio de coisas boas, algumas ruins, algumas mágoas, muitas conquistas, algumas lágrimas, muitos sorrisos, muito trabalho, muito estudo, muita coisa nova, ano fodástico.
Obrigada Deus!!

Que venha 2010 e esse ano...
Quero paz, quero amor, quero sonhos realizados, quero objetivos conquistados, quero saúde para minha família, quero saúde para os meus amigos, quero mais amor, quero sucesso, quero prosperidades, quero simplicidade, quero mais consciência das outras pessoas, quero respeito, quero educação, quero menos entrometimento nas vidas alheias, principalmente na minha, quero carinho, quero sorrisos, quero dinheiro, quero conquistas, quero pessoas sorrindo, quero pessoas felizes, quero aconchego, quero cumplicidade, quero honestidade, quero distância de pessoas maldosas e invejosas, quero menos miséria, quero mais HUMANIDADE, quero trabalho, quero abraços sinceros, quero beijos sinceros, quero surpresas boas, muitas surpresas boas, quero viagens, quero trilhas sonoras na minha vida, quero pensamentos positivos, muitos pensamentos positivos, quero ajudar quem precisa, quero muitas coisas boas, quero aventuras e algumas coisinhas básicas complementando-as, e DISTÂNCIA de dores, sofrimentos, lágrimas e miséria de espírito. QUERO SER FELIZ...
Amém...
FELIZ 2010 pra todos, todos, todos, de coração e até lá.
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